22 de junho de 2016 <script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><!-- Games --><ins class="adsbygoogle" style="display:block" data-ad-client="ca-pub-5426533212598070" data-ad-slot="4257973945" data-ad-format="auto"></ins><script>(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});</script>
Ara Fell a representação de um futuro imaginado por mim
Não me culpem por pensar assim, mas teve um momento no princípio da década de 90, mais precisamente no ano de 1992, que eu tinha uma idéia completamente diferente (E ululantemente equivocada) da que eu tenho hoje em relação a como seriam os games do futuro. Lembro que nessa época eu não tinha visto absolutamente nada em polígonos, e os jogos de Mega CD eram o que havia de mais sofisticados nas locadoras que eu frequentava perto de onde eu morava. Eu ficava maravilhado com os games com base em Sprites rodando com sons de qualidade em CD, e achava que tanto aquilo quanto os games interativos fossem o futuro.







